O Jardim das Horas (The Garden of Hours) hails from the northeastern Brazilian state of Ceará. Singer-actress Laya Lopes fronts the trio who describe their sound as a result of the influences of electronica, Brazilian, experimental, rock, poetry, fine arts and dance. Guitarist Carlos Eduardo also handles programming and bassist Raphael Haluli completes the group. Lopes' impressionistic, introspective lyrics float over ethereal electronica punctuated by urgent electric guitar riffs.
“O Jardim das Horas é outro caso de banda cearense que, felizmente, sempre evolui. E a evolução vai além da mudança mais notória e recente do grupo, que passou a chamar este (bom) disco de “O Quarto das Cinzas” – primeiro nome da banda e com o qual alcançou o reconhecimento que tem hoje. Na verdade, o material que recebi é um promo, que “cumpre a função” enquanto o álbum oficial não sai, já que tem o mesmo repertório.
Vale anotar que Laya Lopes cresceu e ainda cresce muito como cantora, aspecto que valoriza sua performance em estúdio e não lhe falta ao vivo, ao lado do habitual apelo sensual e cênico. Raphael Haluli (baixo) continua sóbrio e seguro. E ambos se afinam muito bem com Carlos Gadelha (guitarra e programações), talvez um dos músicos mais
Já rasguei seda total, mas o disco é tão regular que fica difícil elencar altos e baixos. Assim, é fácil apontar boas surpresas: “I insist” é a única faixa cantada em inglês, desce bem redonda e fecha o tempo com forte melodia e peso, contrariando o estereótipo de que a banda hoje é só “paz e amor”. Por outro lado, “Caminhando com a bondade” parece boba pelo título, mas é tão boa que me fez gostar de reggae por 3min17seg. Músicas como “Amarelolilás” e “Expansão” são hits natos e devem trazer ainda mais público para O Jardim das Horas. De nome novo e perfil light, o trio cearense segue “mineiramente” produzindo.”